Carpen Die!
Faz tempo que numa conversa com uma amiga surgiu o assunto: Felicidade. Nós duas tínhamos visões diferentes sobre o tema e ela me propôs que escrevessemos sobre isso e depois voltaríamos a discutir o assunto. Tema difícil, todos nós sabemos intuitivamente o que é a felicidade, sentimos a felicidade, mas na hora de conceituar, por em palavras, as coisas se complicam. Escrever é um ato racional, pensamos no que estamos escrevendo e felicidade é um sentimento e como tal completamente abstrato, eles existem por si, existem para serem sentidos e nada mais!
Aquele dia me deu as palavras necessárias para escrever... Para isso havia partido da seguinte pergunta: O que faz você feliz? E pensava que a forma como interiorizamos as emoções e como as transformamos faz toda a diferença nas respostas. Existem infinitas respostas eu simplesmente sigo o preceito “carpen die!”(aproveite o dia!), pois entendi a muitos anos que a felicidade é composta de pequenas coisas que ocorrem no nosso dia a dia, entender isso torna a vida fica muito mais leve, e quanto mais leve for à vida mais intensamente e prazerosamente poderemos desfrutar!
Enquanto o espero sorrio ao lembrar o e-mail dele, no campo “assunto” estava contido tudo, que era: “almoço amanhã”? E no corpo do e-mail simplesmente escrito: Beijos. Respondi aceitando e marcando hora e local, claro que toda mulher que se preza não consegui escrever isso sucintamente (risos).
- Você como todo homem que se preza consegue ser muito sucinto nos e-mails, mas dessa vez se superou. Quando recebi o seu e-mail não pude deixar de rir e pensar: Como ele consegue isso? Resumir tudo simplesmente no campo “assunto”?
- É meu poder de concisão (risos)
- Mas dessa vez você se superou! No dia que conseguir fazer isso paro de escrever.
- Me diga: Você quer ser “comida” antes, durante ou depois do almoço? (risos)
- Que tal durante? Podemos ir aquele motel que gostamos e experimentar a comida para saber se é tão boa quando o lugar.
- Podemos.
No caminho ele me contava sobre a sua recente viagem, conversa interrompida por alguns silêncios quando simplesmente trocávamos carinhos suaves, minha mão na dele, sua mão acariciando a minha. Gosto disso nos encontros com ele, momentos de silêncio que não pesam em nada, eu e ele apreciamos esses momentos quando simplesmente nos deixamos envolver pela companhia um do outro. Chegamos e agora sim as palavras seriam mais que desnecessárias (risos).
Tirávamos as roupas um do outro enquanto nos beijávamos deliciosamente. Acariciava seu peito, o beijava enquanto ele rapidamente desabotoava o meu sutiã eu soltava o cinto de sua calça, abria o zíper, acariciava sue pau duro por cima da cueca. Completamente nus agora ele me joga sobre a cama com uma dose certa de violência, afasto os travesseiros, as toalhas sobre a cama, as almofadas... Porque as camas de motel tem tantas coisas em cima se a primeira coisa que todos fazem é se livrar disso e jogar tudo no chão? Isso escapa a minha compreensão.
Ele deita a meu lado, me vira em sua direção e começamos a nos acariciar com mais intensidade, os beijos trocados agora continham luxúria e tesão traduzidos pelas nossas línguas que se procuravam, se chupavam deliciosamente...
Fico por cima dele, meu sexo molhado encosta em seu pau, deslizo minhas mãos e minha boca pelo seu peito, barriga, enquanto ele acaricia meus mamilos duros, me encaixo sobre seu pau e ele entra em minha boceta, que como de praxe oferece alguma resistência, sinto a cabeça entrando devagar, quando ela passa pela abertura de minha vagina sinto o resto de seu pau deslizar agora indo cada vez mais fundo, completamente sentada em cima dele ajudo com movimentos de vai e vem primeiro suaves até sentir que seu pau está totalmente encaixado, depois intensifico os movimentos. Ele me segura com força pela cintura e movimenta os quadris vigorosamente, nossas bocas se procuram num beijo chupado.
Seu dedo está em meu clitóris o massageando enquanto seu pau está dentro de mim, o que me faz sentir que vou gozar logo! Grito o seu nome, ele responde batendo com força em minha nádega enquanto fala:
- O que foi minha putinha? Fala!
- Você é muito gostoso! Seu pau é delicioso e eu vou gozar!
- Goza que depois vai gozar mais!
Ele segura o gozo e contempla o meu. Enquanto gozo suas mãos forçam meu corpo a sentar em seu pau com mais intensidade através da forma como ele segura com força minha cintura, sinto uma deliciosa mordida em meu ombro, gozo intensamente!
Depois do meu gozo, o primeiro daquele dia (risos), largo o corpo sobre o dele, beijando seu peito e segurando seu pau em minha boceta cujos músculos ainda se contraiam me fazendo conseguir prolongar o meu gozo e proporcionando a ele uma gostosa massagem em seu pau.
Deixo-me ficar assim por um bom tempo, ele calado me observa, vejo em seu rosto uma expressão de felicidade.
- Cadê o consolo?
A pergunta dele veio porque havia dito a ele que queria fazer uma experiência com o consolo, que era ele usar em mim e antes que eu gozasse, trocara o consolo pelo seu pau.
- Na bolsa, vou buscar.
Saio de cima dele, levanto e sinto sua mão puxando meus cabelos e conduzindo minha boca a seu pau, claro que o chupo! Primeiro lambo, depois beijo suavemente a cabeça, até que a ponho na boca e enquanto a chupo o masturbo devagar, minha mão desliza pelo seu pau e minha língua o lambe. Poderia continuar até o levar ao gozo, mas sei que não é isso que ele quer ainda e por essa razão interrompo a chupada.
Mas aquele não parecia mesmo ser o nosso dia no uso dos acessórios (risos) o vibrador também, simplesmente se recusava a vibrar, quer dizer, se recusava não, vibrava não estava vibrando com muita intensidade, mas isso para mim é um detalhe que naquela hora não tinha a menor importância, afinal o que interessa a intensidade da vibração de um consolo quando teria a minha disposição um delicioso pau de verdade que o iria substituir na hora H? (risos). Passando por cima desses detalhes técnicos (risos), ele passa o gel no consolo e enquanto posiciona o vibrador, que agora estava colaborando, em meu clitóris, troca a mão dele pela minha.
- Deixo a intensidade da massagem em seu clitóris por sua conta.
Seguro o vibrador enquanto ele introduz o consolo em minha vagina, está gostoso e eu gemo...
- Estou de machucando? Ele está bem lubrificado?
- Está delicioso! Só que se continuar assim vou gozar já já!
- Então goza!
Não dá para segurar e gozo somente com o consolo, ele fica olhando com um meio sorriso que diz: “O melhor ainda vai vir!” Espera que eu acabe de gozar, me põe de quatro e entra em minha boceta de uma só vez, mas só para me deixar mais excitada dessa vez antes que goze ele me deita de frente para ele, novamente usa o consolo só que dessa vez enquanto o usa chupa deliciosamente a minha boceta, seguro com força sua cabeça contra meu sexo molhado de tesão, sinto sua língua percorrendo toda a extensão de minha xoxota, chupando-a, segurando entre os lábios meu clitóris, vou segurando o gozo até que não dá mais!
- Vem!
Ele larga o consolo, fica por cima de mim elevando as minhas pernas até seu ombro e entra de uma só vez, seu pau vai muito fundo e nos movimentamos sincrônica e rapidamente, minhas pernas envolvem seu pescoço, meu sexo se eleva facilitando a entrada de seu pau cada vez mais fundo!
- Vou gozar!
- Vamos!
Foi a última coisa que dissemos de forma inteligível, porque depois nossos gritos e prazer ocuparam todo o espaço. Gozamos violentamente, sentimos os espasmos de nossos corpos, sentíamos o bater acelerado de nossos corações que ecoavam em todo nosso corpo, sentíamos as nossas respirações aceleradas e principalmente sentíamos o gosto de um gozo completo!
Quando finalmente nos separamos, deitamos lado a lado, ele estica o braço e eu apoio a cabeça em seu ombro. Beijamos-nos com intensidade, eu acaricio seu rosto de leve e ele a minha cabeça. Ficamos em silêncio e aos poucos fomos voltando daquela deliciosa viagem que o sexo de qualidade pode proporcionar.
- De volta a Terra.
- De volta (risos). Foi muito bom!
- Foi mesmo! Vamos comer?
Escolhemos a comida e enquanto aguardávamos continuamos a falar sobre a sua viagem e outras coisas boas. Almoçamos e agora era a hora de ir embora, nosso tempo estava quase no fim e queríamos ainda tomar sorvete.
- Hoje quando estava me vestindo antes de vir escolhi essa cueca porque lembrei que você gostava dela.
- Eu notei, gosto da textura dela - respondi passando mão em seu corpo enquanto o beijava. Nesse dia esse item do vestuário dele mereceu uma especial atenção de minha parte, assim que ele tirou a calça me fez perceber eu era uma determinada cueca azul marinho que eu gosto demais, o tecido tem um toque gostoso, não comentei nada na hora, mas simplesmente o fato dele a estar usando por saber que eu gostava me deixou feliz! Eu e minha tara por cuecas...
Saímos e no caminho... Mais troca de carinhos, risadas e sorvete, exatamente nessa ordem (risos).
Despedimos-nos com um longo beijo e na volta de minhas férias nos encontraremos novamente para simplesmente Carpen Die! Porque é isso que importa e usar um tipo de cumprimento de algumas tribos do sul da África, quando alguém nos diz: Sawabona, quer dizer – Eu te respeito, eu te valorizo, você é importante para mim. E quem recebe esse cumprimento responde: Shikoba, quer dizer – Então eu existo para você!
Não preciso de mais nada, aproveitei o dia ao lado de alguém que me valoriza e para quem eu existo, e a recíproca é verdadeira naquele dia, naquela hora e naquele momento, é isso que importa e tudo o mais é puro exercício de futurologia, adivinhação, uma vez que cada dia nos reserva novas surpresas. Ainda bem, porque desse jeito a vida se transforma diariamente numa nova aventura!

Cláudia coisa boa ler esse seu novo conto. Quem entende essa verdade que a vida tem momentos felizes que devemos aproveitar tem maturidade para viver relacionamentos prazerosos sem cobranças, relacionamentos baseados no respeito a individualidade de cada um, respeito aos limites de cada um e tesão por estar junto naquela hora aproveitando a companhia, carinho e amor que um dá ao outro.
Belas refelxões como sempre e muito tesaõ como sempre (risos)
Abraços
Cláudia queridona, que saudades!!! Valeu a pena esperar pelo seu novo conto, tesão pela vida e pelas pessoas é mesmo a sua marca registrada! Essa dupla sabe viver e aproveitar a vida, o tesão deles contagia qualquer um kkk
Quero mais é encontrar uma mulher que nem essa, gostosa, bem humorada, inteligente e que não encha o saco com cobraças e ciúmes, isso é saber aproveitar tudo de bom que a vida tem para dar e dar um ao outro eles fazem bem demais kkk
Não conhecia a expressão Carpen Die, seu blog também é cultura, além de tesão!
Chamegos
É até covardia (risos). Qual o homem que não teria um “Carpen die” com uma mulher assim? Tem que ser burro para não aproveitar o dia ao lado dela!
Inteligência, tesão, sensibilidade e bom humor tudo numa mesma mulher faz a felicidade de um homem por muitos dias....
Beijão Cláudia
Como o que gosto é Homem endosso o que o Marco diz só que digo: Com um homem assim todos os dias são Carpen die kkk Adoro o bom humor dos dois e lógico o tesão que dá ler as situações deliciosas entre eles.
Cláudia, Ano Novo, vida nova e tesão a mil né não? Delícia tudo isso, além do tesão muito companheirismo e cumplicidade é pouco o quer mais???
Bjjj
Com Carpen die, sem carpen die, tudo que queria era ter em meus braços um mulherão que nem essa mulher deliciosa, safada, provocante, carinhosa e tudo mais. Meu tesão foi enésima potência e que potência kkk lendo esse conto.
Cláudinha conto maravilhoso é bem isso temos mais é que saber aproveitar os momentos de felicidade pq nada é eterno a não ser o sentimento entre essa sua dupla, casal mais gracinha, brincalhões, de bem com eles e com a vida que sabem o que querem um do outro e sabem curtir o tesão, carinho e cumplicidade....................... Tenho ainda que aprender a ser mais desencanada, ainda chego lá rsrsrs
Beijocas e Carpen Die a todos especialmente a você querida!
Eita Cláudia, conto bom demais! Tem coisa mais gostosa que um encontro que deixa a gente feliz? Deu para sentir a leveza desse bonito relacionamento. Aproveitar o momento e curtir tudo de bom que o momento feliz dá pra gente é maravilhoso. Essa dupla consegue agente sente lendo o conto o tesão que eles tem um pelo outro e o sentimento além do tesão, que vamos combinar faz toda a diferença né não?
Adorei tudo do começo ao fim ou vice versa rsrs Acho eu agora vou cumprimentar as pessoas de quem gosto com o cumprimento que aprendi nesse conto e mais vou lembrar de Carpen die quando começar a “pirar na batatinha” em alguns momentos.........
beijocas
Se eu tivesse uma mulher assim.... era a felicidade completa de corpo e alma!!!!!!
Me empresta ele? tb quero um carpen die kkk
Delícia de conto e de dia!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
bjbjbj
Gostoso demais ler esse conto. Relacionamento leve, sem cobranças, sem obcessões, com respeito à maneira de ser de cada um, com carinho, com o tesão necessário e na medida certa!
Viver o dia presente intensamente é a chave para a felicidade, não há necessidade de se estar 24h do dia colado na outra pessoa, seja fisicamente, seja nos dia de hoje “virtualmente”, entre dois seres únicos e distintos existe a necessidade de se deixar “passar o ar” se não um sufoca o outro e o tesão acaba, e o relacionamento idem. Dar o direito do outro estar sozinho de ter uma vida própria é respeitar a individualidade e sem respeito não há amor, tesão ou seja lá o que for que sobreviva. Isso vale para qualqeur tipo de relacionamento, namorados, noivos, casados, amigos e amantes.
Cláudia belo conto!!
Beijo
Educação, respeito, delicadeza, gentileza e muito companheirismo vale para tudo nessa vida! Foi isso que senti lendo o seu conto, foram esses sentimentos gostosos que suas personagens me transmitiram, claro que no caso deles tudo isso vem com um bônus rsrs que é o tesão e que TESÃO!!!!!!!!!!!!!!!!! Deve ser porque os dois tem muito tesão pela vida e pela companhia um do outro, maravilhoso é rir, brincar, gozar e se despedir do dia que viveram com a certeza que foi um Carpen Die!!!!!!!!!!
Beijocas mil para os dois!
Esses dois usam acessórios só para apimentar mais a relação pq nem precisam, um é o “acessório” perfeito para o outro!
Meu tesão foi pra lá de estimulado sem acessório nenhum, só os meus olhos para ler. Não sou crítico de literatura, mas arrisco dizer que quem escreve e desperta isso nos leitores é uma Escritora com E maiúsculo, seu caso querida Cláudia, não é de hoje que leio seus contos e cada vez mais me surpreendo com a forma que você escreve. Já disse e repito que sou seu fã incondicional!
Beijão
P.S. Adorei a nova imagem de Sampa, cidade poderosa como você!!!!!!!
Marcelo Augusto
Nem mesmo Freud explicaria essa “froeuda”. Que DP hein?! Tô achando você muito gulosinha! Se já não bastasse a pica do amante pra te levar ao Píncaro e, ainda não satisfeita, encaixa um vibrador entre pernas pra atingir o orgasmo. Nossa! Delícia! Assim você me mata! Aí se eu te pego... Aí, assim você me mata! Delícia, delícia... Delícia se pudesse ser esse vibrador até deixá-la “toda molhadinha de tanto tesão”! Então, só me resta o consolo do ciúme desse teu orgástico DP.
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