quarta-feira, 4 de maio de 2011

Minha paixão



Paixão! Quem já não se apaixonou? Tem coisa melhor do que esse delicioso sentimento? O prazer que pode proporciona só entende quem um dia se apaixonou. Esse conto delicioso e delicado da nossa já conhecida leitora de Portugal retrata e descreve a intensidade do amor sensível e bonito que une duas pessoas quando somos tocados e tocamos a outra pesoas por essa arrebatadora e maravilhosa emoção! O grande poeta Vinícius de Moraes traduz esse sentimento maestralmente em seu Soneto da Fidelidade: "De tudo ao meu amor serei atento. Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto. Que mesmo em face do maior encanto, dele se encante mais meu pensamento. Quero vivê-lo em cada vão momento. E em seu louvor hei de espalhar meu canto. E rir meu riso e derramar meu pranto, ao seu pesar ou seu contentamento. E assim quando mais tarde me procure, quem sabe a morte, agústia de quem vive, quem sabe a solidão, fim de quem ama. Eu possa me dizer do amor (que tive): Que não seja mortal posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure."


Só posso desejar que vocês gostem do poético conto da Rochinha e continuem sempre se apaixonado pela vida!


O fim de tarde tinha sido passado na praia, numa esplanada mesmo junto ao mar. Estava um início de noite lindo! O sol demorava a pôr-se pois o verão encontrava-se no seu auge. A tarde quente, dava lugar a uma noite morna e convidativa a um passeio á beira-mar. E foi isso que fizeram. Em silêncio. Não precisavam falar.Bastava sentir, caminhar serenamente e respirar fundo! Havia momentos na vida em que não eram necessárias as palavras. E esse era um deles. Bastavam-se um ao outro, assim de mão dada á beira-mar, usufruindo dos últimos momentos da tarde. Caminharam vagarosamente na direcção do sol poente, pés descalços na areia molhada até que se quedaram junto a uma rocha olhando o pôr-do-sol. Ali sentados deixaram-se ficar como que extasiados com o panorama que se avistava. Lá ao longe, na linha do horizonte o astro rei carrega o céu de uma cor laranja avermelhado. Aqui e ali as gaivotas despediam-se dele num canto quase chorado, como se dissessem "até amanhã". O mar sentia-se encantado com as cores que o sol reflectia nele. Serenamente deslizava até à areia e timidamente tentava molhar os pés de quem por ali se encontrava.
Permaneceram assim, como que encantados até o sol desaparecer no mar.Olharam-se em silêncio num terno abraço seguindo depois para as escadinhas que davam acesso á vila e dirigiram-se para casa.O silêncio foi cortado por ele, segundos após terem fechado a porta.
- Vou tomar um banho antes do jantar – disse olhando-a nos olhos – queres vir comigo?"
Ela deixou-se cair no sofá, mole e descontraída.
- Já lá vou ter – respondeu com alguma indiferença, pegando numa revista que se encontrava em cima da mesinha.
Passava as folhas melancólicamente, sem ler, apenas vendo as imagens, distante, mole, corpo quente do sol, ardente.Depois de ouvir a água a correr já há algum tempo, levantou-se e dirigiu-se á casa de banho deixando as peças de roupa espalhadas pela casa, que ía tirando uma a uma. Entrou, meteu-se debaixo do chuveiro em pouco tempo estavam os dois a ensaboar-se um ao outro.
- Podiamos aproveitar e fazer um banho de imersão – disse-lhe ele enquanto lhe ensaboava as costas.
- Boa ideia, mas com água morna. Muito quente não!
Depois de temperarem a água a gosto, tamparam a banheira e sentaram-se a apreciar a água a correr, cobrindo-lhe os corpos pouco a pouco.Ela de costas, encaixada nele, enquanto ele lhe acariciava meigamente os mamilos, fechou os olhos e deixou-se envolver por aquela sensação boa que lhe corria o corpo, que se concentrava nas mãos dele sobre as suas mamas. Virou-se ligeiramente para ele e beijou-lhe os lábios, macios, quentes mas tão frescos ao mesmo tempo... tão saborosos!
Acariciavam-se com paixão e a emoção própria de quem se quer bem. A água a cair... os corpos juntos... as mãos que se trocavam em carícias... o dia... a noite... a água... aquela música de fundo que vinha de lá da sala …E os beijos que se começaram a dar! Beijos doces, carregados de carinho e paixão. Mordedelas que mais pareciam carícias.
As mãos escorregavam nos corpos ensaboados, movimentavam-se ao sabor da vontade de cada um e aos poucos o desejo foi tomando conta deles.Corpos enrolados, mãos nervosas … a respiração começava a ser mais forte e intensa e aquele latejar que lhes corrompia o corpo deixava-os loucos e desejosos.Com malícia no olhar, ele deixou-a na banheira e enquanto se limpava olhava-a provocador. Encontrava-se agora em cima da cama, nu, braços debaixo da cabeça, olhos fixos no tecto branco a ouvi-la no chuveiro a acabar o seu banho.
Sorria! Um sorriso leve, embevecido. Absorto, alheio a tudo o mais. Não se apercebeu quando ela se aproximou, enrolada no toalhão de banho. Devagar! Cheirosa! Gostosa!
Carregada de malandrice, aproximou-se dele feita gata manhosa, levemente, à espera de mimo.
Passou a cara na barriga dele, beijou-a inúmeras vezes e quase ronronando aproximou-se do seu ouvido.
- Dava tudo para ouvir os teus pensamentos – disse em jeito de pergunta, mordiscando-lhe de imediato a orelha. Ele virou os olhos para ela. Olhou-a, ainda com aquele ar embevecido, acariciou-a de mansinho, beijou-a levemente nos lábios e...
- Estava a pensar na minha paixão!
- hummmm ... sério? – Perguntava ela deitando-se por cima dele – E quem é a tua paixão? Ele adorava aquele cheiro a baunilha que lhe invadia as narinas e sorria de prazer. Cabelo húmido, ombros sedosos, olhos verdes fixos nos dele, sorriso malandro. Uma provocação! Beijou-lhe os ombros, passou-lhe a língua por eles e acariciou-lhe o corpo por cima do toalhão. Ele deixou-se levar pelo carinho, pela paixão, pela vontade de a ter ... desejo que o deixava louco!
Arrancou-lhe o toalhão e tremeu ao sentir o corpo dela ainda fresco do banho em cima do seu corpo quente. Apertou-a contra si e beijou-a apaixonado. Um beijo longo, arrastado, húmido, submisso. Devagar ela fugiu do seu beijo, sorrindo olhando-o desafiadora.
- Quem é a tua paixão? Hãm? – Perguntou novamente saindo de cima dele.
Apertou-a tentado mantê-la no seu corpo, mas em vão! Ela não gostava de se sentir presa de maneira nenhuma. Adorava sentir-se livre, para se poder manifestar á sua maneira e vontade.Já de gatas, uma mão passeando-se pelo corpo dele, deixou que ele lhe acariciasse os mamilos.Fechou os olhos, sentiu os bicos enrijarem e uma comichão percorreu-lhe o corpo de alto abaixo.Beijou-lhe o peito com desejo. Passeou a língua pelo seu pescoço e ouviu-o suspirar.A mão continuava a acariciar-lhe a barriga, as virilhas... a língua passeava-se pelo corpo e ela adorava ouvi-lo suspirar. Adorava sentir as suas mãos no seu corpo. Adorava provocá-lo. Adorava beijá-lo. Adorava sentir o seu desejo. Procurou-lhe a língua com a dela e entregou-se àquele beijo com uma vontade tão grande que de momento parecia que não cabia dentro dela!
Ele abraçava-a, num abraço forte e apertado, como se tivesse receio que aquele momento acabasse de repente.O pénis dele estava já excitado, erecto e ela acariciava-o enquanto se beijavam uma, outra, outra e outra vez, sem se cansarem, sem quererem parar.
Respirações ofegantes, suspiros profundos, os corpos agora esfregavam-se um no outro, pareciam pedir mais e mais!
Ah...Como era bom amá-lo!
Ah...Como era bom amá-la!
Ao sentir-lhe o pénis firme na mão, beijou-o com
carinho como quem beija um ser muito querido e amado.
Desejava-o tanto, queria-o tanto que chegava a pensar que aquela paixão não existia! Mais uma vez beijou-lhe a barriga, e agora subia devagar até lhe chegar aos lábios.Sentir a língua na dele era um prazer que fazia renascer nela o que de melhor havia para lhe dar.Sentir os lábios dele a beijar-lhe o pescoço transmitia-lhe uma espécie de choque eléctrico, acompanhado de uma cócega que lhe provocava um riso quase infantil.E agora quando ele lhe mordiscava a orelha... dava-lhe um arrepio que despertava nela o lado felino de gata com cio.
- Adoro sentir-te! – dizia ela num arrulho sussurado ao ouvido, para logo de seguida lhe morder a orelha.
- És mesmo cabrona! – Disse ele ao sentir o pico de dor provocado pelos dentes ferrados na sua orelha.
Ela gargalhou um riso de criança e desenfreadamente cobriu-o de beijos de alto a baixo... lábios, orelhas, barriga, ombros, barriga, lábios, pénis... brincadeira de criança! Parou com a cara quase em cima da dele e fixou-lhe os olhos castanhos...
"Teus olhos castanhos De encantos tamanhos, São pecados meus..."
Ele acariciava-a docemente embalado pelo ataque de criancice dela.Olhava-a sorrindo. E naquele olhar ela conseguia lê-lo, como quem lê um poema de amor! Nos olhos percebia-lhe o enlevo. O encanto com que ele a olhava e se prendia nos olhos dela, dizia-lhe o quanto ele a amava!
Nos lábios mostrava o sorriso de quem está de bem com a vida, feliz por estar ali. Abençoado por ser com ela! Aquele beijo na testa acabado de dar, dizia-lhe o carinho imenso que sentia por ela. E o cuidado com que foi dado mostrava-lhe o enorme respeito que ele lhe tinha!
E sentia uma segurança, uma paz enorme naquele abraço forte com que ele a segurava. Com ele ela sentia-se protegida e segura! Deixou-se embalar nas suas carícias e mais uma vez beijou-o apaixonadamente, com o coração cheio de tanto, mas ao mesmo tempo tão pouco comparado com o que ele lhe dava!
- Adoro-te! – Conseguiu dizer quase em sussurro, enquanto lhe acariciava o pénis moderadamente, mas o suficiente para o sentir torcer-se de desejo.E foi naquele fechar de olhos e no modo como ele suspirou que ela viu o quanto ele a desejava! Ao perceber-lhe a tesão estampada nos olhos, no corpo, nos suspiros, no bater forte do coração ela começou por lhe lamber a cabeça do pénis, devagar... devagarinho e ouviu-o suspirar. Música para os seus ouvidos!! Agora a tesão apoderava-se dela! Lambeu-o de alto abaixo enquanto o acariciou. Esfregava seu corpo no dele e, ao perceber que ele a puxava para cima de si, deixou-se ajeitar e já em cima dele sentiu que ele acariciava sua vagina com a língua. Quedou-se por instantes, deliciada na sensação da língua nas suas virilhas, nos seus lábios vaginais, no clitóris... mais uma vez nos lábios, pra baixo, pra cima... passeando-se divertida, vagarosa, como se a estivesse a saborear pura e simplesmente... Sensação louca, boa de sentir... as mãos que lhe apertavam as nádegas, as barrigas que se tocavam, os corpos que se roçavam...e o pénis que lhe pedia para ser lambido... e os lábios que o beijavam, a língua que o lambia, a mão que o acariciava, os testísculos que inchavam...
Aquela sensação boa de estar a ser amada, de ser desejada! Aquela sensação boa de amar e desejar! Agora de lado, mas ainda encaixados um no outro ele abria-lhe ligeiramente as pernas e com sofreguidão lambia-lhe a vagina ávido enquanto que ela não lhe largava o pénis cada vez mais excitado e teso. Adorava senti-lo na boca. Mordiscá-lo levemente, beijá-lo, acariciá-lo, lamber-lhe a cabecinha mais e mais... a tesão que aumentava, o desejo que se descontrolava, os gemidos que saiam de dentro deles, como lamentos gostosos de prazer.E os corpos que se entesavam de tanta vontade, as mãos que procuravam cada centímetro do corpo, numa ânsia de se sentirem cada vez mais e mais!
Quando ela passou com a língua nos testículos dele o seu corpo teve um espasmo.



- Que tesão que me dás!! – Conseguiu dizer ele.
Enfiou a língua dentro dela e sentiu-a vibrar...
- Aiiihhh! Como eu adoro sentir essa língua na minha coninha – Disse ela para logo de seguida "engolir" o pénis dele na certeza de que ele ía vibrar.
Agora "comiam-se" sofregamente, com o instinto próprio da tesão. Esfregavam-se como loucos e já só desejavam foder. Os corações batiam descompassadamente, ora fortes, ora mais fracos, á medida que a tesão lhes invadia todo o corpo como se de uma droga se tratasse. Queriam mais, queriam sentir tudo... Ela virou-se e sentou-se em cima dele. Queria senti-lo dentro de si. Penetrou-o e deixou-se ficar por segundos sentindo-o inchar dentro de si.Movia-se vagarosamente num gozo que lhe aquecia a alma enquanto ele a olhava de olhos vidrados, carregados de desejo.
Enquanto ela se movia em cima dele, quase como se fosse uma dança sensual, ele acariciava-lhe a barriga, o peito, as nádegas, com a mesma paixão com que um músico afaga a sua guitarra. Dela saíam gemidos quase cantados e dentro dela o seu membro inchava como um louco ansioso por explodir.
- Não aguento mais! – Disse ele pondo-se agora por cima dela.
Ela tremeu ao senti-lo por cima, com o pénis a roçar-lhe no clitóris...
- Come-me! – Pediu – Come-me! - Enquanto lhe pegava no penis e o metia dentro dela.
Agora, unidos como um só, olhavam-se e redescobriam um no outro o desejo da luxúria. Como loucos, começaram um movimento de entre e sai, sobe e desce, que foi aumentando compassadamente, sintonizado, á medida que os seus corpos se entesavam e se comprimiam nos espasmos provocados pelo prazer.
- Aih fodasse, tou-ma vir!! – Disse ela olhando-o mas fechando logo de seguida os olhos para o sentir ainda mais e mais!
Todo o desejo se despejou numa questão de segundos. Ambos gemiam, até se esvaírem, num prazer sem descrição, num orgasmo que os deixou num relaxe, como que enfraquecidos... calados... distantes!
Ali, deitados de lado, encaixados um no outro, permaneceram cada um entregues aos seus pensamentos. Ela sentiu os braços dele envolverem-na e fechou os olhos sorrindo de prazer. Adormeceu minutos depois abraçada nele, em paz.
- És tu a minha paixão!
Pareceu-lhe ouvir antes de adormecer.

25 Comentários:

Delicada disse...

Nossa!!! Que lindo!!! Encontros apaixonados sempre me fazem sonhar, quem não sonha com um amor igual a esse?
Amei a paisagem, as figuras poéticas, a troca de emoções e os dois personagens.
Parabéns Rochinha pelo conto os seus contos e os da Cláudia além de deliciosos de ler fazem a gente pensar na vida em português daqui ou de Portugal, tanto faz a língua que se fale o que interessa é o amor que fala um língua universal. Mas que é gostoso ler em português de Portugal isso é, cada língua tem uma música diferente e a dos nosso irmãos tem um quê especial pelo menos para os meus ouvidos.

beijocas

Marco disse...

Só entende de amor que é capaz de amar, de sexo todo mundo entende mulheres ou homens é fácil de achar, fácil de usar (risos) nem precisa de guia de instrução. Amor é outra coisa porque implica em generosidade em entrega, em compartilhar emoções intensas, implica em perdão, em preocupação com um vínculo de afeto que nem todas as pessoas estão dispostas a fazer. Confundir sexo com amor é comum só que amor de verdade não é só sexo como fica muito evidente nesse conto da Rochinha e em tantos outros da Cláudia, amor é sorte, muita sorte que infelizmente muita gente busca e poucas conseguem achar. Quem acha precisa se maduro o suficiente para entender a sorte que teve ou tem e manter-se ao lado de quem de fato merece. Dar e receber amor transforma a vida da pessoa e a transforma em alguém muito melhor, tenho certeza disso e como tenho! (risos)
Beleza de conto, às vezes acho que português de Portugal é mais sonoro que o que falamos por aqui e o bom é que em se tratando de amor e sexo todo mundo entende em qualquer lugar do mundo e em qualquer língua.

Beijão Cláudia e parabéns Rochinha

das Graças disse...

Eita Cláudia o conto da Rochinha é muito lindo! Amei tudinho, a paisagem, o gajo rsrs esse então nem se fala. Homem gostoso e romântico quem não quer? E um amor de verdade quem não quer também??? Eu quero, só que ainda não achei (suspiro) no dia que achar não largo mais..................

bjus

Prof. disse...

“Quem já passou por essa vida e não viveu pode ser mais, mas sabe menos do que eu...Quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ser nada não” Também do grande Vinícius de Moraes.
É pessoal o bom da vida é paixão e tesão em tudo que se faz só assim se faz bem feito. O conto da Rochinha retrata muito bem esse sentimento, quando estamos apaixonados tudo fica mais bonito e colorido. Quando temos a sorte de encontrar uma pessoa que partilhe conosco o sentimento forte e intenso que faz os nossos corações baterem em sintonia percebemos qual é o sentido da vida! Quem tem ao lado alguém tão especial é feliz.
Bonito conto, sensível e delicioso de ler por ser em português de Portugal dá um ritmo diferente a leitura, viajamos sem sair do lugar a outro país que por sinal é lindo.
Parabéns Rochinha por mais esse belo conto e a você Cláudia por tão bem escrever, escolher o que publica no blog sempre se preocupando com a qualidade e deleitando seus fiéis leitores, categoria em que eu me enquadro com muito prazer!

Grande abraço

Anônimo disse...

TÔ INDO PRA PORTUGAL AGORA rsrs NÃO IMAGINAVA QUE POR LÁ TIVESSE UMA MULHER TÃO GOSTOSA..................

Mary disse...

Amor partilhado é vínculo, responsabilidade e compromisso que temos que ser maduros emocionalmente para entender, ser maduros só em idade nem sempre é sinônimo de maturidade emocional.
Rochinha lindo o seu conto e, Cláudia linda introdução ao conto, escolha perfeita o Soneto da Fidelidade. Estou adorando a possibilidade de ler nesse idioma irmão que tem uma musicalidade tão diferente do nosso.
Amor se constrói devagar com atenção e cuidado a detalhes como sentimos nos dois personagens da Rochinha e podem as pessoas falar o que quiserem, mas no fundo todos sonharam com um amor desse jeito, todos querem o “felizes para sempre” se não fosse assim o casamento real não teria despertado tanto interesse. Confundir tesão com amor é comum, tesão é o combustível do amor só que quando temos ou buscamos somente o tesão podemos nos transformar em escravos do sexo e a busca desenfreada pelo prazer sem amor fica vazia. Dá uma sensação de prazer momentâneo, mas fica faltando uma parte e vem o vazio que faz com que se busque mais tesão, mais sexo é um círculo vicioso e viciante que quem está envolvido não para pensar nos sentimentos porque a descoberta que de verdade estamos somente usando e sendo usados é dolorosa é o hedonismo sem envolvimento. Vejo muitos casos assim no meu dia a dia então como disse a Cláudia o bom é nos apaixonarmos pela vida, pela nossa vida e pelas das pessoas que nos cercam, devemos nos apaixonar, apaixonar no sentido de nos comprometermos não só de corpo, mas de alma com quem nos envolvemos. Só assim saberemos o que é viver uma grande paixão aqui ou em qualquer outro país.

Abraços

Sexypistol disse...

Minhas queridonas Cláudia e Rochinha não entendo muito de poesia mas de tesão entendo e deu tesão ler o conto. Tô aprendendo a ler em outra língua parecida e diferente da nossa, to adorando a experiência. Mulherão a personagem da Rochinha gostosa, safada e envolvente em todos os sentidos kkkk
Cláudia seu blog tb é cultura e claro muito tesão kk

Chamegos lusos brasileiros para as duas!

Mariana disse...

Melhor que sexta-feira é ler o seu blog! Conto delicado demais, safado demais, gostoso demais. O Soneto da Fidelidade é um dos poemas que mais gosto, amor sem atenção não é amor. Pena que nem todas as pessoas encontrem um amor e possam viver uma paixão, se todo mundo em qualquer lugar do mundo pudesse viver esse sentimento o mundo seria bem melhor pq quando amamos e somos amados somos felizes e distribuímos felicidade, desejamos coisas boas para as pessoas, cultuamos afetos, distribuímos gentilezas quando vivemos essas emoções queremos que todos vivam.
O contrário que é o desamor faz com que as pessoas sejam piores, egoístas, centradas nelas mesmas, invejosas, destrutivas, como se todo o resto do mundo fosse culpado pelos recalques delas e tendo que pagar por isso.
O bom é que esse conto desperta excelentes emoções além de ser gostoso demais poder saber que seja em que parte do mundo a gente viva, somos unidos pelos mesmos sentimentos. Dá um alívio saber disso nesse mundo louco e cruel que vivemos, sem tudo está perdido rsrsrs
Parabéns Rochinha pelo lindo conto e Claudia por todos os contos que não me canso de ler e alguns reler....

Bom final de semana a todos!!!!!

Anônimo disse...

Tem não coisa melhor do que se apaixonar, aqui, ali ou em qualquer lugar............

Fê disse...

Paixão é paixão em qualquer lugar. Coisa boa é dormir abraçadinho sonhando com o que aconteceu e o que ainda pode acontecer, quem tem isso não precisa de mais nada para ser feliz!!!!!!
Rochinha gosto muito dos seus contos, são delicados e picantes de uma só vez, como tem que ser o amor concorda?

bju

Marcela disse...

Lindo!!!! Deu uma saudade dele ai, ai

bjuuus

Anônimo disse...

Sexo e língua tudo em comum seja que língua for e em que língua for rárárá
Conto gostoso do começo ao fim. Rochinha quer conhecer um cara legal daqui do Brasil?????

Alan

Anônimo disse...

DELICIOSO EM TUUUUUDO!!!!!!!!!!!!!!

Renato disse...

No fundo todos somos românticos e sonhamos com um amor eterno...Em qualquer lugar do mundo tudo que queremos e buscamos a é felicidade de encontrar a quem amar e termos a retribuição desse amor.
Gostei imensamente do conto porque retrata de forma sensível e poética, como bem disse a Cláudia, esse sentimento que nos torna melhores pessoas.

Abraços

Soraya disse...

Todo mundo e em todo mundo as pessoas querem viver uma grande amor..........Belas imagens nesse conto da Rochinha e linda introdução da Cláudia essa poesia do Vinícius é DEMAIS!!!!!!!!

Beijocas mil e um

Anônimo disse...

Andar pela praia, ver um dia lindo e ainda por cima ter ao lado um amor gostoso é meu sonho tb!
Se for aqui no Brasil melhor pq tá mais pertinho kkkkk

Gina

Anônimo disse...

"Dar e receber transforma a vida da pessoa e transforma em alguém muito melhor", diz Marco no seu comentário ao meu texto.
Eu também penso e sinto assim e talvez por isso fiz questão de escrever este texto com tanta paixão, emoção e musicalidade.
Realmente há muito boa gente que confunde sexo com amor. E talvez por isso nem sempre se consigam entregar de corpo e alma à pessoa amada.
Sexo é a entrega do corpo, onde o factor predominante é sem dúvida nenhuma a tesão e a satisfação carnal.
Amor é algo sublime. Leva-nos ao sexo também, à satisfação dos desejos, mas a entrega não se limita só ao corpo, mas também à alma e ao que de mais bonito existe dentro de nós.
E, como é referido por quase todos vocês, quem não deseja viver um grande amor na vida?
Quem não anseia ser amado desta maneira?Quem não adora sentir o frenesim da paixão?

Mais uma vez quero agradecer a todos vós os comentários que têm sido feitos nos meus contos. É bom saber que aquilo que escrevo é apreciado, a tantas milhas de distância ;)
À Cláudia agradeço os momentos que tem partilhado comigo e neste caso em especial quero dizer-lhe o quanto adorei a sua introdução, tão bonita.
Muito obrigada!
Beijos.
Rochinha

Renan disse...

Saber amar é uma arte, é amadurecimento afetivo, é saber que vale a pena todos os momentos vividos juntos, todas as emoções compartilhadas, é ter tesão pela vida e pelas pessoas com quem dividimos a vida, é estar perto de quem nos valoriza “apesar de...”
Belissimo conto Rochinha e lindíssima introdução Cláudia!

Léo disse...

VIVENDO, LENDO E APRENDENDO..........AMO MUITO TUDO ISSO. AINDA MAIS COM O TESÃO QUE LER OS CONTOS PROVOCA. É POUCO OU QUER MAIS??????? rsrsrs

Marco disse...

@ Rochinha falou o que precisava. Obrigado pela citação ao meu comentário, foi um longo aprendizado para chegar até esse ponto, muitos caminhos errados até acertar. Ter a sorte que tenho de poder contar com uma mulher especial em todos os sentidos não é para todo mundo, sinto-me feliz por ter aprendido e por ela ter me ensinado tanto.
Já que estamos falando de um conto português penso caber um trecho da letra de um belo fado que todos daí conhecem não é? “Só nós dois é que sabemos o quanto nos queremos bem, só nós dois é que sabemos e mais ninguém... Anda, abraça-me beija-me encosta o seu peito ao meu esquece o que vai na rua vem ser minha e eu serei seu, que falem não nos interessa, o mundo não nos importa, o nosso mundo começa cá dentro da nossa porta...”
Mais uma vez parabéns pelo conto!

Beijos Cláudia e Rochinha

Anônimo disse...

Temos mais é que estar sempre aprendendo nessa vida. Aprendi a ter paciência e me envolver somente com quem vale à pena, quero mais é ser FELIZ! Ler o que é bom, valorizar sentimentos e não ter medo deles, viver intensamente cada momento que a vida me reserva. Que nem os personagens dos contos da Cláudia e esse da Rochinha. Se tem coisa melhor do que paixão e amor de verdade eu desconheço ainda vou ter que aprender, mas como sou jovem chego lá!

Beijos as duas e aos homens gostosos rárárá

Anônimo disse...

@ Rochinha viajei junto com vocês nesse amor gostoso e safado!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Sívio

Anônimo disse...

A internet é uma maravilha tá cheia de surpresas boas como ter descoberto o seu blog. Estou lendo devagar e curtindo muito todos os seus contos. Bom demais ler e poder imaginar as situações, contos bem escritos, personagens sedutoras e inteligentes. É muito prazeroso estar tão longe do Brasil e poder matar as saudades do jeitão brasileiro de viver e curtir a vida. Cláudia você faz meus dias mais felizes!

Exilado

Anônimo disse...

Cláudia faz um tempão que eu tive um blog e fechei pq tinha um povo que me enchia o saco por e-mail, sabe tipo de gente desocupada? Lendo o aviso do seu blog pensei como não tinha pensado nisso antes rsrsrs Tem lei prá que? Depois que li o aviso no seu blog estou até com vontade de reabrir o meu com o mesmo aviso.
Você escreve bem a beça mas não estou te contando nenhuma novidade rsrs Leio o seu blog faz tempo tb e só agora resolvi escrever um comentário, sou muito preguiçosa.
Só dei de uma coisa AMOR faz bem em qualquer lugar e quem não tem que procure pq vale a pena.......................

bicotas

Genny

Anônimo disse...

TESÃO + MULHER = PRAZER!!!!!!!!!!!!!!!!

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